Fonte: Folha de S. Paulo – 09/08/2016

Por Maria Cristina Frias

A inflação médica do Brasil deve fechar este ano em 17,5%, 6,8 pontos percentuais acima do índice geral previsto, segundo a consultoria Aon.
Os preços médicos subirem acima do indicador é um fenômeno global, diz Humberto Torloni Filho, da Aon.
Caso se concretize, será o terceiro maior aumento entre os países da América Latina avaliados no levantamento, atrás da Venezuela, onde a alta desses custos é estimada em 120%, e Argentina (30%).
O estudo aponta, ainda, que apenas 17% das empresas brasileiras têm algum programa de gestão de saúde.

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