Capital estrangeiro na Saúde.

Fonte: Business – 03/02/2016
Por Carolina Maran
Aprovada em janeiro de 2015 (alterada lei 8.080/90 art. 23), a emenda que permite investimentos estrangeiros na brasileira cria a expectativa de melhora no setor para os pacientes, assim como para a governança empresarial e e adoção de novas tecnologias.
Levando em conta que 10,2% do PIB brasileiro é representado pelo setor de e que este está crescendo, pode-se esperar grandes oportunidades advindas de investimentos estrangeiros.
Em meio a este cenário, hospitais não têm conseguido suprir a demanda dos usuários devido a fatores como: aumento da população idosa, taxas crescentes de ocupação de hospitais, períodos mais longos de internação de estadia e aumento da incidência de doenças crônicas. O Brasil possui um total de 450 mil leitos hospitalares, dos quais 64% são privados e 36% são públicos.
Ambos os setores, privado e público, têm interesse em ampliar a colaboração através de PPPs (Parcerias Público-Privadas). Com a nova mudança regulatória, prospecta-se oportunidades de investimento inéditas no setor de na abordagem das consolidações, no fornecimento de tecnologias e serviços médicos avançados. Os já estão presenciando as mudanças da emenda através da aquisição de empresas como a Amil pela americana United Health e da Intermédica pela Bain Capital.
A partir desses questionamentos sobre o futuro da saúde, uma pesquisa eletrônica elaborada pela KPMG, realizada em janeiro de 2015, coletou a resposta de executivos da saúde, investidores em e autoridades governamentais mostrando a visão dos entrevistados em relação ao impactos da liberação de investimento de capital estrangeiro na saúde:
As respostas da pesquisa traçam as expectativas e possíveis desencadeamentos a partir do capital estrangeiro na saúde, mas qual terá sido o seu impacto no setor daqui a dez anos? Para responder essa pergunta, a mestranda Diana Jardim elaborou um questionário colaborativo para profissionais que atuam no hospitalar a fim de guiar sua tese de mestrado.
São 21 perguntas que levam em torno de 15 minutos para serem respondidas. O público alvo são todos profissionais que atuam no hospitalar brasileiro. Se você deixar o seu contato no final da pesquisa, receberá a íntegra da análise a partir de abril.

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