Uso do Big Data é o principal desafio da saúde para continuar evoluindo.

Uso do é o principal desafio da para continuar evoluindo.

Para dar um salto rumo ao futuro, a área médica ainda precisa incorporar tecnologias em favor da prevenção e melhores diagnósticos.

As inovações tecnológicas que rodeiam o nosso cotidiano não deixam dúvida: vivemos o futuro. Entretanto, quando se pensa na e no bem-estar, o atraso é de alguns anos se comparado a outros setores, aponta relatório da PwC publicado em abril do ano passado. Esse atraso é facilmente percebido quando se observa como os dados de exames são produzidos, guardados e compartilhados em ambientes como hospitais, clínicas e laboratórios de análises clínicas. As informações geradas nesses locais no geral não estão integradas e, assim, não favorecem o cruzamento de dados.

Em tempos de Big Data, em que smartphones e outros devices recebem, produzem e compilam dados a todo momento, o campo da poderia se beneficiar de forma transformadora. Essas informações, devidamente catalogadas e analisadas, poderiam estar otimizando diagnósticos, prevenindo infecções globais e trabalhando pela manutenção do bem-estar social.

Com “tecnologias de vestir”, por exemplo, é possível fazer o monitoramento constante de pacientes, o que promove a medicina comparada e torna possível avanços nos estudos para o tratamento e a eventual cura de doenças como o e a Aids.

Com esse mesmo mindset de hiperconexão da saúde, pandemias podem ser previstas e evitadas, por meio do cruzamento de informações de diagnósticos e internações em hospitais ao redor do mundo. Nessa seara, a Hitachi tem se tornado referência, com seu sistema de dados, capaz de transformar dados brutos em informação valiosa, acessível e gerenciável. Para se ter uma ideia, as tecnologias médicas atuais já são capazes de escanear um órgão humano em apenas 1 segundo, além de escanear o corpo inteiro em 60 segundos, o que resulta em 10 gigabytes de imagens a serem entregues ao banco de dados de um hospital.

O sistema de dados faz parte da visão da Hitachi para investir na criação de soluções integradas, que visam promover a Social em diversos segmentos e possibilitar um futuro melhor para a sociedade.

 

Acompanhamento em tempo real.A “ vestível” é a última promessa de hiperconexão digital humana. A produção e o processamento de dados e de informação passa a ser involuntária. Se a sociedade já começava a se perceber conectada até demais, com a era da “Internet das Coisas”, essa percepção se reforça, a partir do diálogo que se torna possível entre objetos e coisas que estão cotidianamente ao nosso redor.

Para dentistas
Uma escova de dente conectada a um aplicativo de smartphone pode ser programada pelo dentista do usuário, ajudando na qualidade da escovação e impedindo que algum dente seja ‘esquecido’ no processo.

Para diabéticos
O já está desenvolvendo lentes de contato que, em uso, podem medir e monitorar o nível de glicose no sangue dos usuários diabéticos.

Para pais e bebês
Uma pequena pulseira monitora o e envia uma série de dados aos telefones dos pais, como padrões de respiração, atividades do sono e temperatura corpórea.

Para atividades físicas
Os relógios tecnológicos acompanham a de quem pratica atividades físicas, compilando informações em dados acessáveis e compartilháveis com o médico.

Fonte: O Estado de S. Paulo – 23/10/2015

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *