Órteses, Próteses e Materiais Especiais são tema de encontro na ANS.

Fonte: Portal – 25/11/2015
A primeira reunião do Grupo de Trabalho Externo de , (GTE ANS) aconteceu na segunda-feira, 16/11, na Praça Quinze, no Rio de Janeiro. O GTE foi criado a partir do Grupo de Trabalho Interministerial que reuniu os Ministérios da Saúde, da Fazenda, da Justiça, entre outros órgãos, e foi formado pela ANS, com a adesão voluntária de representantes de operadoras e prestadores, órgãos de defesa do consumidor e integrantes da Câmara de Saúde Suplementar.
O GTE irá acompanhar implementação das propostas para a regulação das órteses e próteses no mercado de saúde suplementar.
A diretora de Desenvolvimento Setorial Martha Oliveira apontou a importância de trazer mais transparência para todo o processo que envolve a venda e compra de materiais. “Temos a oportunidade de discutir a reorganização do sistema a partir de um objeto que é a OPME”, explicou a diretora.
Cade multa entidades médicas
Fonte: Valor Econômico – 26/11/2015
Por Lucas Marchesini
O Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) multou ontem diversas entidades médicas por tentativa de determinar preços dos serviços.
O Comitê de Integração das Entidades de Representação dos Médicos e dos Estabelecimentos Assistenciais de Saúde (Cier Saúde), composto por 15 entidades patronais de Goiás, foi condenado a pagar R$ 103 mil. Em outra decisão, o órgão antitruste condenou a Sociedade Brasileira de Anestesiologistas (SBA) a pagar R$ 532 mil.
De acordo com o Cade, o Cier Saúde servia de fórum para que as associações discutissem os preços a serem praticados no mercado de saúde do Estado. “Elas se impunham como reguladoras privadas do setor entre pelo menos 2002 e 2009”, avaliou o conselheiro João Paulo de Resende. “A falta de disposição em negociar por parte dos médicos afetava saúde dos segurados”, disse.
No caso dos anestesiologistas, o Cade entendeu que a entidade infringiu a ordem econômica ao impor uma tabela de preços e impedir a negociação individual entre cada médico da área e operadoras de plano de saúde.
Segundo o relatório do conselheiro Márcio de Oliveira, a SBA negociou “com operadoras de planos de saúde, definindo todas as condições de serviços de anestesiologia a serem prestados pelas cooperativas de todo o Brasil”. Além disso, teria imposto uma tabela a algumas operadoras de planos de saúde com abrangência nacional.

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