Modelo mais popular está em formatação

Fonte: O Tempo – 17/09/2016
A proposta de criar um plano de popular com uma cobertura menor e um preço mais acessível, feita pelo Ricardo Barros no mês passado, é considerada positiva pela Associação Brasileira dos Planos de Saúde (Abramge), já que auxiliaria na “ do setor de brasileiro em um momento em que sofre uma grave crise orçamentária tanto na esfera pública quanto privada de saúde”, afirma a entidade via nota.

A associação, porém, afirma que não foi consultada sobre a elaboração desse projeto e que estaria à disposição para “enriquecer o debate a respeito do tema”, declara a em seu posicionamento à imprensa.

O ministro Ricardo Barros afirmou à época que o projeto dos planos populares teria como principal objetivo de “aliviar a fila do SUS”. Isso seria feito através da flexibilização das regras atuais da Agência Nacional de Suplementar (ANS) que define uma cobertura mínima de serviços e procedimentos obrigatória para todos os planos de saúde. “O que estamos discutindo é qual a cobertura. Não é a qualidade do plano. Se a cobertura é menor, o valor é menor e mais pessoas podem ter acesso” disse o ministro.

Para a coordenadora institucional da Associação Brasileira de Direito do Proteste, Maria Inês Dolci, os planos populares devem ser discutidos com atenção e em conjunto com a realidade do Sistema Único de Saúde (SUS). “O que queremos é um serviço de de qualidade. Por isso, defendemos o aumento de verbas para a e a manutenção da cobertura dos planos”, afirmou Dolci.

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