Mercado de planos de saúde apresenta estabilidade.

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Fonte: Pautas Incorporativa – 30/07/2015

Segundo estimativa do periódico trimestral ‘Cenário da Saúde’, publicação da , entidade que representa as operadoras de , o de planos médico-hospitalares recuou 0,02% no primeiro trimestre de 2015, ou seja, houve uma redução de mais de 10 mil beneficiários nas operadoras da saúde suplementar.

Antonio Carlos Abbatepaolo, diretor executivo da Abramge, alerta: “O desempenho do mercado de planos médico-hospitalares este ano dependerá fundamentalmente do desempenho econômico do país no segundo semestre. Com base nos indicadores analisados, nossa perspectiva para o número de beneficiários é de estabilidade ou mesmo de queda num cenário mais pessimista, o que seria inédito no setor.”

As projeções do nível de atividade econômica em 2015 são de forte retração, o que deve se refletir na queda do número de empregos com carteira assinada. No último mês de maio houve a maior baixa mensal já registrada – 115 mil vagas fechadas segundo o CAGED/MTE (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados do Ministério do Trabalho) desde o início da apuração, em 2004. Os dados do CAGED em maio constatam também que a taxa de desemprego alcançou 6,7%, o maior indicador em quatro anos, o que afeta diretamente os planos de saúde empresariais.

Uma análise mais aprofundada dos dados da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) feita desde o terceiro trimestre de 2011, mostra que o cenário negativo está mais disperso pelo país. Pela primeira vez, em um universo de quase 1 mil operadoras de planos de saúde médico-hospitalares, um número maior de empresas registrou perda de beneficiários em relação à quantidade que obteve ganho. No primeiro trimestre do ano, 47,1% das operadoras tiveram redução no número de beneficiários, enquanto 45,1% tiveram aumento – 7,8% permaneceram estáveis.

Mesmo com as variáveis do PIB e a taxa de desemprego apontarem para uma eventual queda do número de beneficiários, de acordo com recente pesquisa realizada pelo Ibope Inteligência a pedido do Instituto de Estudos de Saúde Suplementar (IESS), os planos de saúde aparecem em 3° lugar entre os maiores desejos do brasileiro.

No levantamento, 75% dos entrevistados disseram estar \”satisfeitos ou muito satisfeitos\” com os serviços oferecidos pelas suas operadoras de saúde. “A pesquisa aponta ainda que 94% dos brasileiros acham que o plano de saúde é essencial e, para 84% dos entrevistados, o principal motivo é a qualidade do atendimento”, conclui Abbatepaolo.

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