China e EUA anunciam financiamento público para Wearable Devices.

Pulseiras, colares, relógios, camisetas e calçados com sensores, os chamados wearable devices, são a grande aposta do setor de para coletar e gerir dados de , de forma a prevenir doenças e evitar casos agudos de doenças crônicas.

No início desse mês, o governo norte-americano anunciou, em parceria com o Departamento de Defesa, um investimento de US$ 75 milhões para a criação do Manufacturing Innovation Institute for Flexible Hybrid Electronics (Instituto de Inovação para a Fabricação de Eletrônicos Híbridos Flexíveis). O novo órgão também deve captar US$ 90 milhões junto à iniciativa privada e o montante total será distribuído no prêmio FlexTech Alliance.

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Participam do projeto 162 empresas, universidades e organizações não-governamentais, que devem desenvolver projetos que melhorem o monitoramento remoto de pacientes.

Na China, o setor de telemedicina também crescerá, puxado pelos dispositivos vestíveis (wearable devices). De acordo com a RnR Market Research, quase 50% dos hospitais já contam com centros de telemedicina, que poderiam prover atendimento à distância a partir de dados coletados pelos dispositivos, e aproximadamente US$ 2,5 bilhões foram investidos no setor em 2014.

Mais do que levar acesso à saúde para populações de localidades distantes dos grandes centros urbanos ou para pessoas com mobilidade reduzida, os wearable devices favorecem também o auto-cuidado, ao munir seu usuário com informações pessoais de saúde tais como: pressão arterial, peso, batimentos cardíacos, temperatura corporal e desempenho e evolução na prática de exercícios físicos.

Hoje, os relógios e pulseiras inteligentes já são utilizados pelos esportistas, mas suas aplicações também podem ser muito satisfatórias em reabilitação pós-cirúrgica ou como garantia de atendimento de emergência para idosos que vivem sozinhos, por exemplo.

Entre os principais desafios para a propagação do uso desses dispositivos estão o tempo de duração das baterias, interoperabilidade e segurança da informação, mas os grandes players de tecnologia, como Google, Samsung e Apple, já dão a aposta como certa: os wearable devices para saúde vão ser uma das áreas mais importantes, se não a principal, da Internet das Coisas.

Fonte: Saúde Business

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