Cenário da Saúde no Brasil.

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Fonte: Cenário da Saúde-Abramge/Sinamge/Sinog

Em sua 3° edição, a publicação da Abramge “Cenário da
Saúde“ continua seu processo de desenvolvimento, agregando esta seção, intitulada “Termômetro do mercado”.

O objetivo é identificar e apresentar indicadores que nos permitam não só identificar o que está acontecendo no presente, mas também extrair perspectivas.

O mercado de saúde suplementar conta com número
expressivo de operadoras que atuam em âmbito nacional
e regional, de modo que às vezes uma retração em uma determinada região ou operadora pode influenciar o desempenho geral do mercado.

Desse modo, um possível questionamento é se a queda
no número de beneficiários de planos médico-hospitalares
no 1º trimestre de 2015 teria ocorrido de forma disseminada
ou pontual? Para responder a esta pergunta, as
operadoras de planos médico-hospitalares e Em sua 3° edição, a publicação da Abramge “Cenário da
Saúde“ continua seu processo de desenvolvimento, agregando esta seção, intitulada “Termômetro do mercado”.

O objetivo é identificar e apresentar indicadores que nos permitam não só identificar o que está acontecendo no presente, mas também extrair perspectivas.

O mercado de saúde suplementar conta com número
expressivo de operadoras que atuam em âmbito nacional
e regional, de modo que às vezes uma retração em uma determinada região ou operadora pode influenciar o desempenho geral do mercado.

Desse modo, um possível questionamento é se a queda
no número de beneficiários de planos médico-hospitalares
no 1º trimestre de 2015 teria ocorrido de forma disseminada
ou pontual? Para responder a esta pergunta, as
operadoras de planos médico-hospitalares e odontológicos foram separadas em três grupos a partir da variação do
número de beneficiários no trimestre: maior que 0, menor
que 0 e igual a 0.

Mais de 50% das operadoras de planos médico-hospitalares
registraram crescimento trimestral de beneficiários
positivo até o 4° trimestre de 2014. Essa tendência se inverteu
pela primeira vez no 1º trimestre de 2015, quando 47,1%
das operadoras tiveram redução no número de beneficiários
e 45,1% tiveram aumento. Portanto, o resultado nos dá
indícios de que a variação negativa no 1º trimestre não teria
sido pontual e sim generalizado.

Para as operadoras de planos odontológicos essa inversão
ainda não aconteceu, mas caminha nessa direção. Até o
4º trimestre de 2014, cerca de 30% das operadoras registravam rotineiramente crescimento negativo, índice que subiu
para 38,9% no 1º trimestre de 2015.

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